Tuesday, July 20, 2004




"A literatura precisa ter coragem para criar uma outra realidade. Isso acontece em A Morte Sem Nome (...) ficção de um novo autor que trata do ódio e do rancor com uma potência lírica que eu ainda não conhecia no romance brasileiro." - Beatriz Bracher/Bravo!

"Seu fôlego existencial é algo raríssimo na nova literatura brasileira. É uma ficção como não se faz mais: internalizada, mantendo as rédeas da escrita não para se furtar de nada mas para pôr a luz exata sobre os solilóquios sutílissimos. Você é um escritor nascendo em plena madurez, incrível!" João Gilberto Noll, em email ao autor (sobre "A Morte Sem Nome")

"Nazarian escreve bem demais, sabe compor personagens e tem um estilo arriscado e fascinante." - Marcelo Rubens Paiva/Folha

"O soberbo livro de Santiago Nazarian, talvez o primeiro clássico da literatura brasileira do século XXI, não é um livro que se consegue contar a trama durante um papo de bar. É um livro sensorial. Um livro poema que não se acaba ao final de sua leitura." - Luis Arnaldo Gastão/Riosulnet

"Uma das melhores surpresas de 2004"- Schneidder Carpeggiani/ Jornal do Comércio

“Parágrafos afiadíssimos, enxutíssimos, bárbaros. Lírica gótica, coisa nova e hipnótica.” - Marcelino Freire/Eraodito

“'A Morte sem Nome' trata-se de um romance raramente visto no Brasil. Por vezes inverossímil (o que, em seu caso, não tem importância), o texto lembra a narrativa de Clarice Lispector e do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu(...) Se literatura é experiência, Santiago demonstra ter o mais importante, que é a experiência do texto. Segundo livro deste autor de 27 anos é uma grata surpresa e vem confirmar ainda mais o seu talento.” – Suênio Campos de Lucena/Rascunho

"A leitura angustia, levanta dúvidas. Mas, ao mesmo tempo, sublima sentimentos e cumpre bem o papel dos livros significativos - chegam na hora e libertam o inenarrável vazio preso no calabouço de cada alma." - Vivian Rangel/JB

"É um livro excelente, romance de choque desse jovem escritor paulistano. Escreve frases cortantes, mas sem ser pobre. Conta a história de uma "serial suicider" que, ao longo do romance, tenta se matar. A sensação do leitor é de entrar em um inferno aparentemente descrito com conhecimento pelo autor." - Luís Antônio Giron/ Quem

"Esse texto assegura de vez a pós-modernidade como vertente consistente para compreender o nosso tempo de verdades e associações epistemológicas em estilhaços." – Flávio Viegas Amoreira/Rascunho

"Santiago Nazarian escolheu o caminho original do romance não realista, delirante, que dá grande liberdade de escritura mas exige grande domínio da técnica narrativa.. Ele fisga o leitor mais pelo texto ritmo ágil, tenso, do que pelo enredo. Sua personagem Lorena tem alguma coisa das heroínas das histórias de quadrinhos, de Patty Diphusa de Almodóvar e de suas mulheres de humor corrosivo, sempre à beira de um ataque de nervos ou de cometer suicídio. O leitor se pergunta se está diante de um melodrama ou de uma comédia e sente a presença do narrador rindo ironicamente dessa confusão. O humor cortante é um dos grandes méritos de A morte sem nome." - Donizete Galvão

"A publicação do segundo romance de Santiago Nazarian revelou um raro escritor de estilo inconfundível. Uma narrrativa feita de palavras precisas, habilidosamente tramadas que, magicamente, vão delineando tudo, dentro e fora do personagem." – Walter Cezar Addeo

Release:

Um suicídio por capítulo. Essa é a promessa do segundo romance de Santiago Nazarian. 'A Morte sem Nome' é um quebra-cabeças gótico, ou melhor, um dominó, onde cada frase soma-se à seguinte e coincidência e recorrências vão compondo a história de uma mulher que vive apenas para se matar. Lorena é uma suicida serial, uma mulher sem amor e sem esperança, derramada por páginas e páginas de delírio e poesia. Procurando os restos dela estão um adolescente, um garçom, um feirante e um estuprador. A pergunta não é quem sairá com vida, mas quem carregará a morte em seus braços e escreverá seu epitáfio.

"A Morte Sem Nome" de Santiago Nazarian. Romance, 206 páginas, Editora Planeta/2004. Editora Palavra/2005 (Portugal).